DESTAQUES DO BLOG

01/08/14

Paulo Azi lamenta que a Bahia 'perdeu' a JAC Motors para o RJ e critica passividade de Wagner


Paulo Azi lamenta 'perda' da JAC Motors e critica passividade de Wagner
Foto: Tiago Melo / Bahia Notícias
O deputado estadual Paulo Azi (DEM) lamentou a possível transferência da fábrica da JAC Motors da Bahia para o Rio de Janeiro e criticou, nesta quinta-feira (31) "a passividade e o silêncio do governador Jaques Wagner" com a notícia divulgada pela imprensa nacional, um ano e oito meses após um automóvel J3 ter sido enterrado em uma cápsula do tempo para marcar o início das obras da construção da fábrica em Camaçari. "É inacreditável como a Bahia vem perdendo prestígio e investimentos para outros estados brasileiros por conta da ineficiência desse governo", observou o democrata, ao lembrar que, ao contrário do ACM, que ameaçou romper com então presidente Fernando Henrique Cardoso caso a Ford não fosse implantada na Bahia, "o governador Wagner, que se diz amigo da presidente Dilma e do maior cacique do PT, Lula, perde a JAC Motors para o Rio de Janeiro por absoluta incompetência". "O que será feito com o carro enterrado?", ironizou. 

Fonte: Bahia Notícias

Itagimirim-BA: Dívida com ciganos teria motivado morte de prefeito Rielson Lima


Segundo a delegada, as investigações estão mostrando que o prefeito devia muita gente, entre elas ciganos. Ele foi morto na noite da última terça-feira, 29 de julho, quando conversava com um familiar em um bar no centro da cidade do sul do estado.

Responsável pelas investigações sobre o assassinato do prefeito de Itagimirim, Rielson Santos Lima (PMDB), a delegada   Valéria Fonseca, da 23ª Coordenadoria de Polícia do Interior, de Eunápolis, informou que está descartado a possibilidade de um crime político.
Segundo a delegada, as investigações estão mostrando que o prefeito devia muita gente, entre elas ciganos. Ele foi morto na noite da última terça-feira, 29 de julho, quando conversava com um familiar em um bar no centro da cidade do sul do estado.
Gestor foi  atingido por seis tiros, ele foi operado no hospital Regional de Eunápolis, mas morreu no centro cirúrgico.

Atenção:


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Jornal Folha do Vale

Templo de Salomão – Universal inaugura megatemplo com clima de Jerusalém e excesso de segurança

Templo de Salomão – Na tarde da quarta-feira (30), uma muçulmana de burca passa pela calçada, e os seguranças contratados pela IURD (Igreja Universal do Reino de Deus)


Templo de SalomãoTemplo de Salomão – Na tarde da quarta-feira (30), uma muçulmana de burca passa pela calçada, e os seguranças contratados pela IURD (Igreja Universal do Reino de Deus) logo se mobilizam para saber o que ela está fazendo no entorno do Templo de Salomão.
A construção, que é a réplica do local sagrado do judaísmo, foi erguida no bairro do Brás (região central de São Paulo) nos últimos quatro anos.
Sua inauguração oficial será feita na noite desta quinta-feira (31) com a presença confirmada da presidente Dilma Rousseff (PT), do governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) e do prefeito da capital paulista Fernando Haddad (PT), entre outras autoridades.
“Essa construção é magnífica. Salomão é um profeta para os muçulmanos também e merece isso”, explica a tunisiana Rabia Azouzia, que mora no Brasil há um ano e admirava a construção da calçada –foi ela quem motivou a curiosidade dos seguranças da IURD–, em frente ao prédio revestido com pedras trazidas de Hebron, cidade localizada na Cisjordânia.
Rabia frequenta a mesquita xiita do bairro, mas em sua caminhada passou por uma igreja católica e outra da Assembleia de Deus para chegar até o megatemplo, construído por decisão do bispo Edir Macedo para ser a santa sede da denominação neopentecostal que fundou em 1977.
Brás passa a ser quase um pedaço de Jerusalém na zona leste
O Brás, bairro de ocupação comercial na zona leste paulistana, vive um clima de Jerusalém nestes dias. E não é só pela megalomaníaca reprodução do monumento bíblico erigido no meio do bairro já tão cheio de locais religiosos. Há por lá forte aparato de segurança –seja dos particulares contratados e quanto dos policiais, tanto militares como federais–,mobilizado para a cerimônia de abertura.
A IURD montou um forte esquema porque nesses primeiros dias o acesso ao templo será restrito a fieis e convidados. A entrada de visitantes comuns e jornalistas, por exemplo, será liberada só no final de agosto e mediante a retirada de senha.
Judeus se dividem em relação à inspiração hebraica do templo
A construção do Templo de Salomão dividiu opiniões entre a comunidade judaica. Uma parte viu com simpatia e acredita que pode até reduzir o antissemitismo, como afirmou a ONG Juventude Judaica Organizada.
Outra parte, principalmente rabinos mais tradicionais, criticou a utilização de símbolos judaicos, como os menorás (candelabros de sete pontas) que decoram as paredes do local neopentecostal.
O bispo Edir Macedo, que presidirá o culto desta quinta, também adotou ultimamente uma barba longa e veste nas cerimônias o quipá e o xale, indumentárias típicas das orações judaicas.
Além disso, o templo terá um jardim de oliveiras –árvore que produz azeitonas e é muito encontradas em terras israelenses–, com plantas centenárias importadas do Uruguai, e um altar com uma Arca da Aliança folhada a ouro, reproduzindo o local onde, segundo a Bíblia, se guardava as tábuas dos Dez Mandamentos.
O prédio foi revestido com 40 mil metros quadrados de pedra branca, importada de Israel. A IURD pediu isenção fiscal para essa importação –o argumento utilizado foi o de que “as pedras eram sagradas”.
Não adiantou: a Justiça autorizou a cobrança de R$ 1,8 milhão de ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) e de R$ 615 mil em outros impostos, entre eles o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).
Obra provocou controvérsia entre outras igrejas evangélicas
A polêmica também surgiu dentro das igrejas evangélicas. Valdomiro Santiago, cuja Igreja Mundial tem três unidades só no Brás, alfinetou seu ex-líder espiritual.
“Eu vou ganhar almas, não vou gastar dinheiro com templo de Salomão. Eu preciso levar o evangelho, e a televisão é cara”, disse o “concorrente” de Edir Macedo.
O Brás é um bairro de passado industrial, mas muitos dos antigos galpões acabaram dando lugar para templos evangélicos. Só na avenida Celso Garcia, endereço do novo templo da igreja de Macedo, há sedes das igrejas Mudança de Vida, Plenitude do Trono de Deus e Nova Geração.
Suntuosidade leva segurança a bairro degradado
O luxo do local contrasta com as casas e edifícios vizinhos, muitos ocupados por confecções com trabalhadores bolivianos, cortiços com imigrantes nordestinos e depósitos de material.
“Aqui tinha muito assalto à noite. Agora com tanta movimentação e tanta polícia nas ruas está muito tranquilo. Parece obra de Deus”, brincou o motorista Paulo Oliveira.
Hoje em dia, o Brás tem um perfil de área de comércio popular, principalmente de roupas. Para um desavisado, o Templo de Salomão mais parece um shopping, com sua fachada de pedra e vidro espalhado, decorado na frente por palmeiras e escadarias.
Antes do templo, o local já havia abrigado uma fábrica de cimento, um posto de gasolina e um estacionamento.
Templo foi construído com alvará de reforma, não de uma nova obra
Outro foco de controvérsia é que o megatemplo foi erguido com um simples alvará de reforma, o que livrou a IURD a pagar 5% do valor da obra, de R$ 680 milhões, em contrapartidas e melhorias para o entorno – ou seja, cerca de R$ 35 milhões.
A autorização foi emitida em outubro de 2008 pelo setor Aprov 5, da Secretaria Municipal de Habitação, à época comandado por Hussein Aref Saab, demitido em 2012 sob suspeita de enriquecimento ilícito.
O templo será inaugurado sem alvará definitivo –usará, nos primeiros dias, uma licença para eventos.


30/07/14

Disputa pelo Senado em SP - Serra tem 30% e Suplicy, 23%, na disputa ao Senado, diz Ibope


Margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Instituto entrevistou 1.512 eleitores entre 26 e 28 de julho.



Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (30) aponta que o ex-governador José Serra (PSDB) tem 30% das intenções de voto para o Senado. Na sequência, o petista Eduardo Suplicy (PT) aparece com 23%. O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab (PSD) tem 5%.
intenção de voto
Corrida eleitoral ao Senado em São Paulo
candidatospercentual302353111111420José SerraEduardo SuplicyGilberto KassabAna LuizaMarleneMachadoFernando LucasSenadorFláquerJuraci GarciaKaka WeraBrancos/nulosNão sabe/nãorespondeu02040
Ibope
A candidata Ana Luiza (PSTU) tem 3%. Alcançaram 1% de intenção Fernando Lucas (PRP), Juraci Garcia (PCO), Kaka Wera (PV), Marlene Campos Machado (PTB) e Senador Fláquer (PRTB). Foi citado, mas não alcançou o percentual mínimo, o candidato Edmilson Costa (PC). 
Os indecisos somam 20% e os que declaram que vão votar branco ou nulo são 14%.
Veja os números do Ibope:
José Serra (PSDB) - 30% das intenções de voto
Eduardo Suplicy (PT) - 23%
Gilberto Kassab (PSD) - 5%
Ana Luiza (PSTU) - 3%
Fernando Lucas (PRP) - 1%
Juraci Garcia (PCO) - 1%
Kaka Wera (PV) - 1%
Marlene Campos Machado (PTB) - 1%
Senador Fláquer (PRTB) - 1%
Edmilson Costa (PC) - não pontuou
Genildo Moreira (PSB) - não pontuou
Brancos e nulos - 12%
Não sabe - 10%

A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de julho. Foram entrevistados 1.512 eleitores em 78 municípios do estado. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo.
A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) sob o protocolo Nº SP- 00013/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo Nº BR - 00272/2014.

Fonte: G1

Corrida pelo Governo de SP - Alckmin tem 50%, Skaf, 11%, e Padilha, 5%, aponta Pesquisa Ibope


Margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Instituto entrevistou 1.512 eleitores entre 26 e 28 de julho.


Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (30) aponta o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), com 50% das intenções de voto na corrida eleitoral deste ano. Com o percentual, ele venceria a disputa pela reeleição no primeiro turno. Em seguida, aparecem o presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf (PMDB), com 11%, e o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT), com 5%.
intenção de voto
Corrida eleitoral ao governo de São Paulo
candidatospercentual501151111101514Geraldo AlckminPaulo SkafAlexandrePadilhaGilberto NataliniLaércio BenkoRaimundo SenaWagner FariasGilbertoMaringoniWalter CiglioniBrancos/nulosNão sabe/nãorespondeu0502575
Fonte: Ibope
Encomendada pela TV Globo, a pesquisa é a primeira pesquisa Ibope após o registro das candidaturas.

Confira abaixo os números do Ibope, segundo a pesquisa estimulada, em que os nomes de todos os candidatos são apresentados ao eleitor (os candidatos que aparecem com 0% são os que tiveram menos de 1% das menções cada um):
Veja os números do Ibope para a pesquisa estimulada:
Geraldo Alckmin (PSDB) – 50%
Paulo Skaf (PMDB)  – 11%
Alexandre Padilha (PT) – 5%
Gilberto Natalini (PV) – 1%
Laércio Benko (PHS) – 1%
Raimundo Sena (PCO) – 1%
Wagner Farias (PCB) – 1%
Gilberto Maringoni (PSol) – 1%
Walter Ciglioni (PRTB) – 0%
Brancos e nulos: 15%
Não sabe: 14%
A pesquisa foi realizada entre os dias 26 e 28 de julho. Foram entrevistados 1.512 eleitores em 78 municípios do estado.  A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.
A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) sob o protocolo Nº SP- 00013/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo Nº BR - 00272/2014.
Rejeição
O Ibope também apontou a rejeição dos candidatos. A maior rejeição é do petista Alexandre Padilha, que tem 19%. Na sequência aparecem Alckmin (18%), Skaf (13%), Natalini (7%), Sena (7%), Benko (6%), Maringoni (6%), Ciglioni (6%) e Farias (5%).
Avaliação do governador
Na mesma pesquisa, os eleitores também responderam sobre a avaliação ao governo Alckmin. Segundo o Ibope, 40% disseram que ele é "ótimo ou bom". Outros 38% afirmaram que ele é regular. Os que dizem que ele é “ruim ou péssimo” somam 19%.

Expectativa de vitória
De acordo com o Ibope, 62% dos entrevistados (independentemente da intenção voto) acham que Geraldo Alckmin será reeleito; 5% acreditam na vitória de Skaf, do PMDB; 2% apostam na eleição de Padilha, do PT.



Fonte: G1

BAHIA - Morre assassinado o prefeito Itagimirim, Rielson Santos Lima


O prefeito de Itagimirim, Rielson Santos Lima, (PMDB), foi baleado com 3 tiros na noite desta terça-feira (29), no centro de Itagimirim. Os tiros foram efetuados por um homem que chegou em uma moto e usava capacete.
De acordo com testemunhas, Rielson estava sentado com um amigo em uma lanchonete na Praça Castro Alves, quando sofreu os disparos.

Após ser atingido, Rielson conseguiu correr por pelo menos 200 metros e foi socorrido por um policial que estava de folga. Ele foi atendido pelo SAMU e encaminhado às pressas para Eunápolis para realizar uma cirurgia. A ambulância do SAMU teve que ser escoltada até o Hospital Regional de Eunápolis, onde imediatamente passou por cirurgia. Às 23:00h, o prefeito Rielson não resistiu aos ferimentos e acabou por falecer.

Rielson Lima ainda não tinha chegado à metade do seu segundo mandato. O prefeito conseguiu se reeleger na última eleição. Ele era casado e deixa esposa e filhos.

Atenção:


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FONTE: http://www.itambeagora.com
Fotos: Rastro 101

A Lei - sábado, domingo: os reformados, os dispensacionalistas e os adventistas



É comum no debate relacionado à Lei de Deus, encontrarmos indefinição quanto à natureza da Lei, e como esse assunto deve ser abordado, tendo em vista a questão do sábado, tanto de cristãos (batistas do sétimo dia) como de hereges (adventistas do sétimo dia), no confronto das interpretações, tanto entre os Reformados, bem como com dispensacionalistas. Muitos não sabem que estão usando argumentos errados, acusações inócuas, e sem dizer que falta ainda, a real definição do que querem dizer em relação ao termo Lei.

Nessa postagem procuro mostrar que existem algumas distinções no campo teológico, e que cada um deve ter consciência de sua posição, e onde está a chamada heresia. Já deixo claro aqui, que quando uso o termo heresia entendo que são doutrinas que conduzem ao inferno. O que não chamo de heresia, de erro teológico, deve ser repensado, pois, trata-se de um equívoco.

1.      A Lei e os Reformados: Desde os mais seletos Reformadores Magistrais, (e até mesmo com os chamados avivalistas) a concepção de que a Lei Moral não foi abolida por Cristo, é um assunto fechado. Não existe dúvida quanto a  aplicabilidade da Lei Moral de Deus, que se acha resumida nos dez mandamentos. A tradição protestante primitiva chegou a resumir os dez mandamentos em dois – 1º ao 4º amar a Deus. Os demais, amar ao próximo (Ex. Catecismo de Heidelberg, pergunta 94). Isso foi feito com base naquilo que Jesus disse (Mt 22.37-40), embora ele tenha citado dois textos bíblicos distintos de Deuteronômio (6.5) e Levítico (19.18) mostrando assim que existe um visão mais ampla da moralidade da Lei de Moisés, não sendo apenas os Dez Mandamentos. A Lei de Deus, ou de Moisés, nunca foi dada como um meio salvífico ao povo de Deus. Era um padrão de vida, toda a Lei, que revelava a vontade de Deus e moldava o caráter do servo. Orientava assim a vida dos indivíduos em Israel, sendo ele um regenerado ou não.

Não devemos perder o foco que a Lei Moral que a fé protestante defende como eterna, não é necessariamente os dez mandamentos como foram eles redigidos no Sinal. Ali no monte diante dos Israelitas, ecoou a Lei de Deus que existe desde o Éden ['que como tal foi entregue em dez mandamentos'(CFW)], desde quando surgiu o relacionamento Deus e criatura, mas não significa que em toda sua abrangência estava exaustivamente assim codificada entre os servos de Deus, no máximo, pressuposta essencialmente.

O Sábado: Na questão do quarto mandamento, levando em consideração a revelação neotestamentária – que inevitavelmente coloca o sábado em uma perspectiva negativa e judaica, os Reformadores seguiram o progresso da revelação e chegaram à conclusão que a Igreja do NT, deixou de praticar o sábado – sendo o Domingo o dia de adoração. Os puritanos, foram mais longe na aplicação, e transferiram quase toda a perspectiva e peso do VT a respeito do sábado para o Domingo. Portanto, usar os reformadores para dizer algo, e abandoná-los em um ponto crucial, não me parece um uso coerente.

2.      Os dispensacionalistas – ‘brandos e extremados’: uma escola de pensamento teológico conhecido como dispensacionalismo, ganhou força no último século. Essa escola tem mais viés escatológico. Tal como qualquer outra escola, existem os extremados e os moderados. Alguns, que defendem que a Lei do VT findou toda após Atos 2, vão a um extremo que chegam a dizer que nem mesmo precisamos ter Jesus como Senhor de nossas vidas, já que esse caracteriza obediência de lei e não graça, pensam eles!!! Isso é heresia (defendida por Zane Hodges, e parcialmente por Charles Ryrie). A faceta tradicional e mais branda dessa escola entende que a Lei de Deus acabou em Cristo, mas que ela foisubstituída pela Lei de Cristo, que está ampla e verificável em todo o NT. E segundo esses, muitas leis do VT foram repetidas, outras não.

O Sábado: alguns dispensacionalistas olham para o domingo como dia de culto cristão, já que percebem que o NT mostra isso. Esses encaram o domingo como dia legítimo de adoração, mas não em substituição ao processo original do quarto mandamento. Essa maneira de ver, fica de certa forma próxima de muitos Reformadores, como Lutero e Calvino, apesar de destoarem dos Reformadores, da continuidade da Lei. 

3.      Os cristãos Batistas do Sétimo Dia e os hereges Adventistas:A concepção da Lei de Deus de tais é semelhante ao que os Reformadores ensinaram. Existe um consenso no que dizem a respeito da lei moral, cerimonial e civil, essas duas últimas, abolidas em Cristo. Embora a maneira que os adventistas olham para o decálogo é mais mística do que pedagógica, como entendem os Reformados.

O Sábado: tais grupos (e outros não mencionados) destacam-se pela guarda do sábado, em desconformidade com a posição tradicional cristã protestante e patrística. Eles caminham com os reformados até certo momento, e usam a conclusão de que o sábado deve continuar em seus moldes originais. A saber, no sétimo dia. Esse é um assunto espinhoso no relacionamento teológico com tais grupos, visto que existe uma distinção clara deles com os demais. Mas não menos que com os dispensacionalistas! A situação é mesma.

Colossenses 2.16 continuará sendo o grande problema. E curiosamente, um problema mesmo para os que entendem o domingo como substituição do sábado, se manterem a mesma linha de interpretação a respeito desse texto que alguns apresentam. Que o sábado ali não é o mesmo do quarto mandamento, o que para mim pessoalmente, parece que sim.
Acredito que esse texto está dizendo exatamente o que ele diz – o sábado do sétimo dia foi abolido, mas abolido pela substituição(Ap. 1.10).

Qual é problema em tudo isso? O problema é quando fazemos de uma observância um meio de salvação. Sim. Isso é legalismo, encontrar por meio de obras, um merecimento, ou ônus, para salvação. Evidentemente, tal comportamento é para a condenação. Pensam assim os puritanos, adventistas e batistas?

No caso dos adventistas, é dito isso sim a respeito do momento escatológico, e a maneira com que classificam o domingo. Já escrevi várias vezes, e até inclui essa postura no livro A Conspiração Adventista, que não tenho problema com o sábado dos adventistas, tenho problema com o que colocou sobre ele Ellen White.

Explicando de forma simples o que coloquei acima:

1.     EM MATÉRIA DE CONTINUIDADE DA LEI MORAL DO VT
Reformados + Batistas do Sétimo Dia + Adventistas xDispensacionalistas

2.     EM MATÉRIA DE ADORAÇÃO DOMINICAL (como dia de culto do NT)
Reformados + Dispensacionalistas x Batistas do Sétimo Dia +Adventistas

3.     EM MATÉRIA DE SUBSTITUIÇÃO DO QUARTO MANDAMENTO
Reformados (e protestantes históricos) x BSD + ASD = xDispensacionalistas

Sabemos que dos grupos acima citados, apenas os adventistas cabem dentro do que deve ser classificado é uma seita de perdição – não por guardarem o sábado, mas por fazer dele um selo de salvação para aquele momento escatológico – por isso esperam ansiosamente por uma lenda conhecida como “decreto dominical" ser imposta por lei ao mundo inteiro, além de incluir outras heresias como O Espírito de Profecia = Ellen White e 1844. Discordamos dos demais, nossos irmãos em Cristo, Batistas do Sétimo Dia e Dispensacionalistas (moderados) como estando equivocados. 



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